“REPÚ” CRIATIVA – *Arq Design Interiors Art Tech Lifestyle

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Archive for the ‘Projectos’ Category

Casas de sonho

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As casas de madeira começam a ganhar adeptos. Utilizando uma arquitectura moderna e arrojada, a Modular System desenvolveu um conceito de Modular System para todos os gostos e bolsas.

Construir em madeira

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“A madeira é um material altamente reutilizável, aproveita a energia solar e o CO2 atmosférico para a sua geração e, por sua vez, consome pouca energia para a sua transformação sem produzir no seu processo resíduos contaminantes.

O aproveitamento construtivo de madeiras certificadas retira por grande período de tempo grandes quantidades de CO2 atmosférico (1,8 Tm.de CO2 por cada Tm. de madeira) o que facilita o cumprimento dos compromissos de Kioto sobre as alterações climáticas. O aproveitamento dos produtos florestais com gestão certificada melhora os bosques e possibilita um maior desenvolvimento social do mundo rural.”

Tradução livre do texto extraído do 1.º concurso da Cátedra de la Madera de Castilla y León “Construir con Madera” (www.uva.es/agoras.arq)

Escrito por João Monge Ferreira

Outubro 24, 2007 em 10:32 am

Modular System apresenta “Concept Home”

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O Salão Imobiliário de Lisboa (SIL), que começa esta quarta-feira na FIL, conta este ano com o espaço “Concept Home & Business Lounge”, uma área da responsabilidade da Modular System com 539 metros quadrados organizados em 32 módulos que os expositores do SIL poderão utilizar para promoverem encontros de negócios.(JN)

Escrito por João Monge Ferreira

Outubro 23, 2007 em 3:04 pm

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

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A utilização de materiais adequados, que signifiquem:

- um menor custo energético, social, económico e ambiental;

- que provenham de fontes renováveis, não poluentes e não tóxicos;

- sejam duráveis e/ou com possibilidade de reutilização/reciclagem ou diminutos desperdícios;

- que não afectem a saúde.

São os requisitos para fazer das nossas construções um lugar mais sustentável e humanamente habitável. Idealmente seriam autóctones, ou seja, do mesmo local ou região, pois deste modo diminuiriam o custo de transporte (que por vezes é muito elevado), já sem falar nas emissões associadas ao transporte.

Na Natureza existe um conjunto de matérias-primas que, pelas suas características, foram largamente utilizadas na construção desde tempos imemoráveis pelo Homem. São elas o barro, a madeira, a palha, as fibras vegetais, a pedra, a cal e muitos outros. Não se trata de recuar no tempo, mas antes analisar os benefícios que este experiência pode trazer para o futuro. Durante o processo de adaptação às condições climatéricas, seleccionaram-se materiais e tipologias de construção que optimizavam o conforto com um dispêndio mínimo de recursos, e numa tentativa de melhorar as suas características técnicas e construtivas, os materiais foram submetidos a transformações proporcionais ao desenvolvimento técnico. Assim, fomos substituindo muitos dos anteriores materiais, melhorando as suas características, mas infelizmente causando vários impactes ambientais negativos (elevadas radioactividade, toxicidade e electricidade estática, falta de “transpiração” dos materiais, interferência nos campos magnéticos e eléctricos naturais, etc.)

No passado, o homem, como processo de adaptação às condições climatéricas, seleccionava materiais e tipologias de construção que optimizavam o conforto com um dispêndio mínimo de recursos.

Por exemplo, os materiais sintéticos empregues emanam compostos orgânicos voláteis que contaminam o ar interior, principalmente os derivados do petróleo. Muitos produtos utilizados em pinturas, velaturas, vernizes e colas sintéticos emanam tóxicos como epóxis, acetonas, fenóis, formaldeído e xileno. Outros materiais (decapantes, produtos de protecção, tratamento e limpeza) contêm metais pesados como chumbo, mercúrio, amianto e cádmio, ou ácidos como o arsénico. . Para mais informação sobre onde encontrar estes poluentes, recorra à tabela no final do texto.

As razões para colocar de lado alguns materiais muito comuns na construção podem ser, pela Análise do seu Ciclo de Vida, de índole ecológica (pressupõe a análise de custos económicos e energéticos, e o uso de recursos humanos e materiais, ou seja a Avaliação de Impacte Ambiental) ou podem ser de índole saudável (pressupõe a poluição, a radioactividade e a toxicidade dos mesmos, ou seja, a Avaliação de Impacte sobre a Saúde e Meio Ambiente).

O critério subjacente à escolha de materiais deverá ser sempre o seu Ciclo de Vida. Uma análise do ciclo de vida de cada um dos materiais pressupõe as noções de EIM – energia incorporada num material (link para glossário) e toxicidade dos materiais, com consequentes impactes ambientais e na Saúde Pública.

 A toxicidade pressupõe que o contacto com os materiais é prejudicial para a Saúde humana e para o Ambiente. A Toxicidade pode manifestar-se através da pele, da respiração, da ingestão ou do contacto com os olhos.

 

 

Escrito por João Monge Ferreira

Outubro 3, 2007 em 10:23 am

Publicado em Projectos