Archive for the ‘Exposições’ Category
MORGAN MUSEM DE NOVA IORQUE
Experimentadesign Amsterdam 2008
Bienal Ibero-Americana
Nove obras de arquitectura portuguesa na Bienal Ibero-Americana Nove obras portuguesas foram seleccionadas para os prémios da Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e Urbanismo.
A Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e Urbanismo (BIAU) que se realiza em Lisboa entre 28 de Abril a 2 de Maio, seleccionou 35 obras candidatas aos três prémios promovidos por este certame (melhor obra de arquitectura, melhor obra de jovem autor e melhor obra de espaço urbano).
Entre as 35 obras escolhidas nove são de arquitectos portugueses e oito de arquitectos brasileiros.

A envolvente urbana do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, de Gonçalo Byrne, é a única obra portuguesa candidata ao prémio de melhor obra de espaço urbano da Bienal da BIAU e a Casa de Óbidos, de Jorge Sousa Santos a única candidata ao prémio para melhor obra de jovem autor da BIAU (primeiras duas imagens da esquerda para a direita).
Portugal tem sete obras candidatas ao prémio para melhor obra de arquitectura: a «Unidade Industrial Inapal Metal», em Palmela, de Menos é Mais/Francisco Vieira de Campos e Cristina Guedes; o Fluviário de Mora, de Promontório Arquitectos; o Teatro Municipal da Guarda de Carlos Veloso; a Casa de Quelfes, no Algarve, de Ricardo Bak Gordon; o Jardim de Infância em Loures, de Bárbara Delgado e João Santa Rita; o Mercado Público da Comenda de Telmo Cruz, Maximina Almeida e Pedro Soares; e a Casa de Azeitão do Atelier Central/Miguel Beleza.
Esta selecção foi feita entre 207 obras – 156 apresentaram-se ao prémio para melhor obra de arquitectura; 35 ao prémio para melhor obra de arquitectura de jovem autor; e 16 ao prémio para melhor obra de espaço público.
Candidatos melhor obra de arquitectura: http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1061
Candidatos melhor obra de jovem autor: http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1062
Candidatos melhor obra de espaço urbano: http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1063
Fonte: oasrs
TARZANS OF THE MEDIA JUNGLE
ARQUITECTURA E DESIGN
LUÍS URBANO
TARZANS OF THE MEDIA JUNGLE
A utilização de metáforas oriundas da ciência é um lugar comum no discurso arquitectónico, tão comum que praticamente passa despercebido. Algumas das expressões científicas que incorporamos no nosso discurso, ganham uma tal especificidade que perdemos a noção da sua origem. No entanto, a sua utilização diz mais do que a relativamente recente autonomia da arquitectura em relação à ciência; expressa também a forma como a arquitectura é concebida e percebida.
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FOAM

Bricklayer, 1928 (c) Die Photographische Sammlung/SK Stiftung Kultur – August Sander Archiv, Cologne, Beeldrecht, Amsterdam, 2006.
Foam, o museu de fotografia de Amsterdam, é mais do que um simples museu; é inspirador, acessível, descomplicado, e, no entanto, crítico. FOAM
COLECTIVA
COLECTIVA
Centre Pompidou Novos Media 1965-2005
Museu do Chiado – MNAC , Lisboa
A compreensão das principais características evolutivas das artes plásticas e visuais contemporâneas implica, invariavelmente, um olhar aos últimos quarenta anos de produção artística e, consequentemente, a verificação da importância dos cruzamentos de géneros e hibridez dos media e suas linguagens. Compreender o panorama artístico actual e, nomeadamente, as condições técnicas e tecnológicas que favoreceram ou condicionaram e experimentação de determinadas soluções de materialização estética, conduz-nos a um território de reflexão que tem por epicentro a assimilação, pelas artes, do vídeo, enquanto media específico de produção artística.
Miguel Caissotti
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PAULA REGO
PAULA REGO
Paula Rego
Museo Nacional Centro dArte Reina Sofíae , Madrid
A generalização esclarecida da importância do posicionamento artístico internacional de Paula Rego, no sentido da confirmação da exemplaridade do seu corpo de trabalho, está ainda aquém do necessário para lhe assegurar o papel de inequívoca incontornabilidade histórica que detém. A consensualidade co-existe nos seus domínios geo-biográficos, entre Portugal e a Grã-Bretanha (onde o CCB e a Tate Liverpool Gallery lhe dedicaram visões retrospectivas em 1997), apesar de nunca lhe terem sido atribuídas honras de representação. Outras exposições, nacionais e internacionais, direccionadas para um meio específico, período de produção ou série temática, foram determinantes para a divulgação da obra de Paula Rego, mas a actualização alargada dos conteúdos que retrospectivamente, pressupõe, impunha-se. O ano de 2007 rompe, finalmente, embora em considerável atraso no reconhecimento, a volátil fronteira ibérica para além do circuito meridional: Paula Rego expõe no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, onde arrisca apresentar uma das exposições do ano.
Lígia Afonso
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